sábado, 5 de fevereiro de 2011

Você se tornou perfeito pelo o que você é

Talvez palavras tão inúteis, é inúteis, que eu posso chamá-las não demostram todo o meu sentimento por alguém... Já não sei mais esconder de ninguém o quanto eu te amo, e me sinto bem com você, foi difícil aprender a gostar de você, do seus ciúmes, até seus defeitos, que posso dizer que os defeitos te tornaram perfeito, perfeito pra mim, perfeito pra quem vê o quando eu gosto de você, o quando eu te amo! Seus jogos, sua insegurança, sua amizade comigo, até sua confiança, que eu posso garantir, é pouca, mesmo assim, pra mim, você é tudo. Não interessa se tudo é uma palavra forte, essa palavra forte é o que define o que eu sinto, pelo menos agora, talvez depois não seja isso, talvez seja mais forte ainda. Eu posso ter demorado a aprender a gostar de você, você ainda pode não gostar de mim, não interessa, eu gosto de você, e pra mim isso que importa. Você se tornou perfeito pelo o que você é, pelo o bem que me faz, pela capacidade de me fazer sorrir apenas dizendo "eu estou bem.", pra mim, se você estiver bem, eu estarei. A resposta pra tudo isso é: Eu tenho certeza, você é minha felicidade. E não, não escondo de ninguém. Você, palavra certa para definir tamanha perfeição. Juro que não quero te perder, eu posso garantir, esse é meu medo. Ficar sem você agora, é inexplicavel, é impossível, não tenho como descrever o quão ruim é. De três coisas certamente estou.. a primeira, a certeza de que eu te amo, a segunda, o medo de te perder, e a terceira, que eu pudera mais uma vez reafirmar: você é tudo pra mim. Com toda segurança do mundo, eu digo novamente, eu te amo

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Para amar só precisa de um coração.

Era dia 7 de outubro, Ana se lembrava bem. Como em todos os outros dias, ela se levantou, entrou embaixo do chuveiro, lavou seus cabelos, colocou uma roupa, comeu algo e foi pra escola. Quando a garota chegou em casa, abriu seu MSN. Um convite novo. ‘Aceite’, pensou ela. Foi por sua intuição, sempre ia. Era um garoto, chamado Bruno. Os dois começaram a conversar. Com o tempo descobriram que gostavam das mesmas bandas, das mesmas comidas, do mesmo tudo.
Tinha quase tudo em comum, exceto uma coisa: a cidade. O garoto morava em Londres. A garota, em Bolton, uma pequena cidade ao sul da Inglaterra.
Eles começaram a conversar mais e mais. Cada dia mais, cada vez mais. A mãe de Ana achou que estava viciada em internet, o que realmente estava. Ela estava certa, Ana não podia contrariá-la. A garota era apenas muito preocupada com seu futuro, não deixava de fazer lições de casa para entrar no computador. Mas assim que acabava, ligava logo o aparelho.
Era também o caso de Bruno. O garoto sempre que chegava da escola deixava o computador ligado, com o Messenger aberto. Desligava a tela do computador, e fazia a lição. Sempre tinha pouca, então ficava esperando Ana, até 6 da tarde, que era quando a garota entrava, mais ou menos.
Os dois começaram a conversar aos 17 anos, e foi assim. No começo dos 18 anos, aconteceu a coisa mais esperada pras amigas de Ana (sim, porque as amigas sabiam de tudo, e esperavam há cerca de 9 meses algo acontecer): Bruno a pediu em namoro.
E foi assim, se conheceram por um computador, namoravam por um computador. O que os dois tinham era maravilhoso. Uma coisa que as amigas de Ana jamais haviam experimentado, ou ouvido falar. Nem mesmo na ‘vida real’. Eles confiavam um no outro mais que qualquer casal que todas as amigas de Ana já tinham visto, ou ouvido falar. Isso requer, realmente, muita confiança. E eles se amavam. Quando as amigas de Ana passavam o dia na casa da garota, elas viam a conversa. Elas conseguiam sentir o amor.
Eles estavam completa e irrevogavelmente apaixonados. Não havia nada que mudaria aquilo. O tempo passou, os dois ficavam mais apaixonados a cada dia (o que ia totalmente contra as idéias de Marcela, amiga de Ana. A garota pensava que a cada dia que se passasse, a tendência era o amor se esvair. Eles provaram que estava errada). Todo dia de manhã, na hora da aula dos dois, Bruno ligava para a garota. A acordava, para começarem o dia com a voz um do outro. Um dia o garoto apareceu com a boa notícia: ele conseguiria ir para Bolton. Passaria um dia lá, pois viajaria.
Eles se encontraram à noite, em frente à ex-escola de Ana. Ela conversou com o garoto. Ana não quis beijá-lo.
- Vou ficar dependente de você. Sei que você é uma droga pra mim, é viciante. Então se eu te beijar hoje, não vou conseguir ficar mais um minuto longe de você. A gente vai se reencontrar. E ai, vamos ficar juntos pra sempre.
Ela disse e o abraçou. Com mais força do que já abraçou outra pessoa. E o garoto se contentou em encostá-la. Ele sabia que o que Ana estava falando era verdade. Eles IRIAM se encontrar. E IRIAM passar o resto da vida juntos. Ele tinha certeza que ela era o amor da vida dele. Bom, agora a ‘maldita inclusão digital’ se transformou na melhor maldita inclusão digital.
O tempo passou rápido quando eles estavam juntos. Se divertiram muito, e Bruno gostou da simpática cidade da sua namorada. Ele foi embora no dia seguinte, cedo demais para conseguirem se despedir.
O tempo passou, e o amor dos dois só ia aumentando. Passaram-se 6 meses desde que Ana tinha conhecido seu namorado pessoalmente, e Marcela ainda não entendia por que eles não tinham se beijado.
- Any, você já parou pra pensar que pode ter sido uma chance única?! Você foi idiota, você sabe disso, né? – A garota dizia, sempre culpando Ana.
Mas ela sabia o que era melhor pra ela. Já tinha cansado de explicar para Marcela. Não explicaria mais uma vez. Haviam 9 meses que os dois namoravam, e um ano que se conheciam.
Eles se amavam muito, mais que qualquer pessoa que as amigas e amigos do casal já tinha visto. Um dia, Bruno apareceu com a notícia: ele conseguiu uma bolsa em uma faculdade em Bolton, e se mudaria para a cidade tão desejada.
Ana se chocou com isso. Por semanas se perguntou se sacrificaria o tanto que o garoto iria sacrificar por ele. Mas ela não era a maior fã de pensamento. Isso a fez mal.
- Any, deixa de ser besta. Você o ama, até eu posso perceber isso! E você sabe, eu não sou a pessoa mais esperta do mundo. – Marcela disse, encorajando a amiga.
- Eu sei, Marcela, mas... Ele tá desistindo da vida toda dele em LONDRES pra vir pra BOLTON! Por mim! – Ana disse – E pela bolsa que ele ganhou na faculdade, mas é mais por mim, ele me disse.
- Ana, presta atenção. – Ana olhou pra amiga. – Você não sabe quantas meninas invejam você. Não sabem mesmo. Eu, por exemplo, te invejo demais. Daria qualquer coisa pra ter um namorado como o seu. Vocês confiam tanto um no outro, e se amam tanto. Eu tenho até nojo de ficar no quarto com você quando você ta conversando com ele. É um amor que se espalha no ar, que nossa senhora! Eu consigo sentir os coraçõezinhos explodindo pelo quarto. Ai fica tudo rosa, e você fica com uma cara de sonho realizado pro computador! Any, pára de subestimar o que você tem. Deixa de ser idiota.
- Você é um amor, sabia? Marcela, não sei. Não dá. Eu não desistiria de tanto por ele, e eu acho injusto ele desistir de tanto por mim.
Marcela bufou. Porque a amiga tinha que ser tão burra?
Meses se passaram, o tempo passava rápido. Ana não terminaria o namoro por messenger, frio demais. Ela esperaria o namorado chegar.
A garota tentava adiar o máximo possível, por mais que quisesse ver o garoto de novo. Ele tinha um cabelo lindo, e olhos mais ainda. Ana conseguiria ser invejada por todas as garotas da cidade se fosse vista com ele. Mas ela não queria inveja. Queria seguir o seu coração.
Quanto mais Ana queria adiar a situação, mais as horas corriam, e com elas os dias, as semanas, as quinzenas, os meses. O ano.
Chegou o dia; Ana esperou o seu futuro-ex-namorado onde se encontraram meses atrás.
Ela negou o beijo mais uma vez. O namorado ficou sem entender, mas aceitou.
- Olha, eu tenho que conversar com você.
- Diga. – Bruno sorriu.
- Quando você me disse ‘Vou me mudar pra Bolton’, eu fiquei feliz. Mais feliz que já fiquei há muito tempo. Mas depois eu comecei a pensar se faria o que você ta fazendo por mim. Você desistiu de toda sua vida em Londres, Bruno.
- Eu sei. Pelo melhor motivo na face da Terra.
- Não, não é. Eu sinto que eu não to sendo justa com você. E sem ser justa com você, eu não sou justa comigo. Eu não sei se eu faria o que você fez. Eu acho que não. Eu sou egoísta demais, eu não sei. Não quero mais ser injusta com ninguém, não quero dormir pensando isso. Há meses eu penso nisso, e fico com peso na consciência. E, de verdade, eu não sei se seu amor é o suficiente pra mim. – A garota disse e virou as costas. Foi andando para a sua casa. E ao contrario de momentos tristes clichês (n/a: eu odeio clichês), não estava chovendo. O céu estava azul, o sol brilhava, como raramente acontecia em Bolton. Mas o que estava dentro de Bruno (e de Ana) não era assim tão brilhante.
Para Ana chegar em casa, tinha de passar pela frente da casa de Marcela – era esse o motivo de um sempre estar na casa da outra; elas moravam lado a lado. A garota passou correndo, chorando, enquanto Marcela estava na janela. Marcela saiu correndo de casa – ignorando completamente o estado critico em que se encontrava: blusa dos ursinhos carinhosos, cabelo preso em um rabo-de-cavalo mal ajeitado, short curto de florzinhas e pantufas do tigrão – indo logo para a casa da amiga. Ela bateu a campainha, e a mãe da amiga atendeu. Disse que podia subir as escadas, Ana estava em seu quarto.
Marcela subiu correndo, tropeçou, quase caiu 3 vezes – ‘Malditas escadas enormes’, pensava – mas chegou ao quarto em segurança (lê-se sem sangue escorrendo pela cara).
- Any! O que foi, amor? – A garota encontrou a amiga deitada, chorando em sua cama.
- O Bruno! – Ana não conseguia falar direito. Por essa mini-frase Marcela tinha entendido. Não tinha mais Ana e Bruno pra sempre e sempre e sempre e sempre. Agora era Ana.
A garota aprendeu a viver com a dor. Passaram-se 5 anos, Bruno estava formado em direito, era um advogado de sucesso, ainda morando em Bolton – nunca largaria a cidade que abrigava seu, ainda, maior amor. Ana era uma fotógrafa de sucesso, ganhava a vida fotografando famosos de todo mundo – mas não saíra de Bolton também, amava a cidade com todas e cada fibra de seu ser.
Bruno era melhor amigo de Ana, Ana era melhor amiga de Bruno. Ana tinha um noivo, um executivo de sucesso, que vivia de Londres pra Bolton, de Bolton pra Londres. Já Bruno sabia: por mais que tentasse achar alguém igual à Ana, não conseguiria. Só ela seria o amor da sua vida, que ele amava excepcionalmente. Nunca iria mudar.
Ana iria passar algum tempo fora da cidade, iria para a capital, fotografar uma banda inglesa. Iria dirigindo à Londres – depois de tanto custo para tirar a carteira de motorista, agora queria mostrar ao mundo que tinha um carro e sabia guia-lo.
Um carro. Dia chuvoso. Pista dupla. Um caminhão. Visão confundida. Bebida em excesso. No que isso poderia resultar? Não em uma coisa muito boa, com certeza. O caminhão bateu de frente com o carro de Ana. Ela não estava muito longe de Bolton, portanto ela foi levada para um hospital na cidade. O seu noivo, por sorte, estava em Bolton. Foi avisado, depois os pais, Marcela. E por ultimo, Bruno.
Ele se apressou em chegar ao hospital que Ana estava internada. Ele chegou antes mesmo de Felipe, noivo da garota. Bruno andou por corredores com luzes fluorescentes fracas, brancas, o que aumentava a aflição dele.
Como estaria Ana? A SUA Ana? Ele nunca imaginou nada de mal acontecendo à SUA Ana. Ela sempre seria dele, amiga ou namorada. Seria dele.
Achou o quarto em questão, 842. Abriu a porta com cautela, e viu a imagem mais horrível que jamais poderia ter imaginado: Ana, sua Ana, deitada em uma cama de hospital, com ferimentos por todo o rosto e braços – as únicas partes de seu corpo que estavam aparentes. Ele chorou. Não queria ver a pessoa que ele mais amava em todo o universo daquele estado. ‘Frase clichê’, pensou, ‘mas porque não eu?’. As lágrimas caiam com força. Ele saiu do quarto com a visão embaçada pelas lágrimas; não sabia o que podia fazer.
Ele foi para o lugar do hospital em que se era permitido fumar, e fez uma coisa que não fazia desde que tinha conhecido Ana: acendeu um cigarro. Começou a fumar, e ficou sozinho lá, encarando a parede. Imaginando se teria sido diferente se ele tivesse continuado em Londres. Ele lembrava, foi quem apoiou o curso de fotografia.
- Ah, cara... – Ana chegou se lamentando.
- Que foi, Any? – Bruno sorriu.
- Eu tenho que escolher o que eu vou fazer da vida, mas... É difícil demais!
- Eu sei bem como é... Porque não tenta fotografia? – Bruno apontou para a máquina digital, que agora estava nas mãos da garota. – Eu sei que você adora tirar fotos.
- Bruno, sabia que você é um GÊNIO? – Ana sorriu e abraçou o melhor amigo. SEU melhor amigo.
Se ele não tivesse sugerido o curso, Ana não estaria no hospital à essa hora. Os pensamentos profundos do garoto foram cortados quando a porta se abriu, fazendo o garoto estremecer.
- Ah, que susto, doutor. – Bruno se virou.
- Desculpe. Você é Bruno, certo?
- Certo.
- Bom, você tem bastante contato com Ana, certo? – Bruno balançou a cabeça positivamente. – Nesse caso, eu sinto muito. Para sobreviver, a Ana precisaria de um coração novo.
A lista de espera por um coração é grande, e não sei se ela conseguirá sobreviver até chegar sua vez de receber um novo coração.
Como poderia viver em um mundo sem Ana?! Saiu do lugar. Não podia esperar as coisas acontecerem, e ele ser egoísta e ficar em seu mundo, fumando até Ana ir pra outro lugar. Ele pegou um papel, uma caneta e escreveu um endereço, e um horário, uma hora depois daquilo. Entregou para o noivo de Ana, que agora estava na sala de espera.
- Já foi vê-la? – Perguntou Bruno. O noivo negou com a cabeça.
Ele saiu andando, saiu do hospital. Foi para seu escritório, pegou 3 papéis grandes e digitou 3 cartas. Uma para os pais. Uma para Ana. E uma sobre os desejos que tinha.Ele tomou um remédio depois disso. E dormiu, lenta e serenamente, dormiu. Não acordaria mais. Quando o noivo de Ana chegou, encontrou Bruno deitado no chão, sem pulso. Estava morto. Em cima da mesa, 3 cartas. Um recado para ele: "Eu não gosto de você. Nunca vou gostar. Mas mesmo assim, você tem que fazer algo que não poderei fazer. Leve meu corpo para o hospital, com essa carta em cima dele. A carta que está em cima das outras. Após isso, entregue a segunda carta para Ana quando ela acordar. E quando a noticia da minha morte chegar, entregue a terceira para os meus pais."
Assim acabava a carta. Felipe não acreditava no que lia. Não acreditou, e nem precisava. Correu para o hospital em seu carro. Ele entregou a carta e o corpo do homem, que agora estava ainda mais branco. Aconteceu na hora; o coração dele foi tirado e levado para Ana. Quando ela acordou, não muito depois, viu os pais dela, seu noivo e os pais do namorado de 6 anos atrás. Eles sorriam e choravam; ela não entendeu. Foi quando viu a carta com a letra dele, escrito o nome dela. Ela pegou a carta e leu, então. "Meu amor, bom dia. É hora de acordar. Eu não pude te ligar hoje, você estava ocupada. Por isso deixei essa carta. Sabe, eu não vou estar ai por um bom tempo, as pessoas sabem quando a sua hora chega. E eu aceitei a minha com a mesma felicidade que eu tinha quando te vi na frente da sua escola. A minha hora chegou quando seu fim estava próximo.
Eu te prometi que te protegeria de tudo e qualquer coisa que acontecesse, e mesmo sem chamar, eu estive lá. Desta vez não me chamou, quis resolver sozinha, eu não podia deixar. Eu resolvi dar um fim então. Eu estava ficando cansado, o trabalho pesava demais. Mas porque agora? Eu não sei. Mas não teria sentido eu viver em um mundo que você não existe. Então eu decidi ir antes e ajeitar as coisas. Pra daqui a alguns anos nós conversarmos aqui na minha nova casa. Agora eu tenho que ir, meu amor. Esse coração no teu peito, esse coração que bate no teu peito. É o mesmo coração que está inundado do amor que você disse não ser o suficiente. É o mesmo coração que lhe dava amor todo dia. Por favor, cuide bem dele. Agora eu preciso ir, preciso descansar um pouco. Eu vou estar sempre contigo. Eu te amo! PS: Não sei se vou conseguir te acordar amanhã. Você me perdoa por isso?"
Então ela chorou. Chorou e abraçou os pais, os pais dele. Chorou como nunca, e tremia por tantas emoções passarem por seu corpo. Ana encarou o noivo. Terminou o noivado naquele dia. Não adiantava esconder algo que estava na cara: ela amava Bruno, e seria sempre o SEU Bruno. ELE era o homem de sua vida, não Felipe. O homem que sempre esteve lá, amando-a ao máximo. Em qualquer momento.
Ela chorou muito, e seguiu a vida. Todos os dias ela lembrava de Bruno. Viver em um mundo sem ele não fazia sentido. Mas não desperdiçaria todo o amor e que estava dentro dela. Ela podia sentir seu coração batendo. Ela lembrava a cada momento, que mesmo separados eles estavam juntos. Mas apenas uma coisa fazia seu coração se apertar, se contorcer de dor. Que fazia uma lágrima se escorrer sempre que pensava nisso.
Ela sentia falta daqueles beijos. Dos beijos que foram negados. Mas ela foi feliz. Morreu com seus oitenta e tantos anos. Mas era sempre feliz. Afinal, o coração do homem de sua vida batia dentro dela.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Web novela. Episódio: Máscaras

Em uma pequena cidade,morava uma garota que se chamava Claire,muito tímida,de cabelos pretos,compridos,olhos de esmeralda,pequena e sonhadora. Ela vivia com sua mãe,víuva a cinco anos.
Num dia chuvoso,Claire estava voltando da escola,quando se deparou com um acidente,então ela correu em direção do carro para ver se ainda poderia ajudar,e então viu um rapaz e disse...
- Você está bem?
O Rapaz ainda meu tonto,não consiguia responder,como a cidade era pequena e cheia de arvores e a chuva estava muito forte,Claire resolveu arrastar o rapaz de baixo de uma árvore e pedir socorro.
- Oque você está fazendo?
- Tentando salvar sua vida...
- Eu consigo levantar,ok?
Ao tentar levantar,ele caiu no chão e se sentiu totalmente incapaz.
- Posso te ajudar?
- Não!
- Mais está chovendo muito,você já está machucado,e se ficar nessa chuva irá ficar pior...Olha,eu vou te colocar de baixo daquela árvore grande,e lá iremos ligar para pedir ajuda.
Ele,ainda não querendo compriender oque estava aconteçendo,olhou para ela e não quis falar nada,apenas aceitou com o olhar.
Então Claire,com muito esforço conseguiu ir até a árvore e lá tentou ligar para ajuda. Mais oque ela não esperava era que a chuva tivesse molhado o seu celular e que ele entrasse em curto. Desesperada,perguntou .
- Ei,você tem celular?
- Tenho sim,mais no meio do acidente eu não vi aonde ele foi parar...
- Então vou lá ver,fique aqui.
Claire,saiu correndo no meio da chuva,procurando pelo celular. Mais o celular estava totalmente quebrado em muitos pedaços. Então ela voltou.
- Eai,o encontrou?
- Sinto muito,mais não restou nada dele :/
- Oque vamos fazer?
- Esperar ajuda,não temos mais oque fazer!!
- E porque você está aqui comigo garota?
- Estou tentando te ajudar,ou prefere que eu vá?
- Faça como quiser,eu não preciso da sua ajuda,por mim pode ir,não irá fazer diferença.
- Você é muito mal educado,estou tentando te ajudar,e você ainda me trata assim...
Então Claire,foi embora..Mal sabia ele,que ela estava o observando de longe,bem ali na estrada,e lá tambem ficaria mais fácil para ela encontrar ajuda. Então amanheçeu e nada de alguem apareçer por lá;o sol já estava brilhando e Sthill estava dormindo. Claire como era uma moça muito boa de coração resolveu ficar olhando ele a noite toda preocupada com delirios,então Sthill acordou...
- Oque faz aqui do meu lado?
- Na verdade,não fui embora,você está ferido e não deixaria alguem como você só
- Está com pena de mim garota?
- Não,apenas não me sintira bem deixando alguem ferido de baixo de uma arvore,na chuva.
Então,derrepente,quando Claire olhou para a estrada,viu um caminhão e então saiu correndo acenando...
- Ei,aqui por favor...
O caminhão parou...
- Oque faz por aqui sozinha menina? São apenas 7 horas da manhã!
- Estou tentando ajudar um garoto,ele está ferido e precisa chegar na cidade logo...
Então o caminhoneiro ajudou Sthill a chegar no caminhão,colocou ele na parte de trás,então Claire subiu para ajuda-lo.
- Porque você vai vim aqui comigo?
- Porque tenho que ficar de olho em você,mal educado.
- Olha aqui garota,eu não preciso de babá. Eu já tenho 18 anos,agora vê se me erra.
- Eu errei desdo momento em que eu quis ajudar um animal.
A viajem toda,eles permaneçeram calados;enquanto o caminhoneiro ficava cantarolando.
- Está chegando moço?
- Estamos a 1 km do hospital...
Chegando ao hospital,vieram com a maca,e resgataram o Sthill. Claire desçeu do caminhão e olhando para a maca disse...
- Boa sorte.
- Muito tarde para desejar isso...
Claire,sentindo algo bom por ajudar alguem foi para a casa,mais se sentiu muito magoada com as palavras de Sthill.
No dia seguinte,Claire foi para a escola,normalmente. E adivinha quem estava por lá? Isso mesmo,aquele cara chato,completamente recuperado,mais com um braço ainda infaixado. Ele estava rodiado de amigos,aqueles que se acham 'pops' .
Então ela parou em frente dele e perguntou...
- Você está melhor?
Então ele sorriu irônicamente...
- Quem é você?
Nesse momento Claire se sentiu muito humilhada,diante de muitas pessoas,os seus olhos se encheram de lágrimas,e ela continou andando lentamente e de cabeça abaixada. Sthill,se sentiu mal,mais continuou conversando com os amigos,como se nada tivesse aconteçido.
Passaram 2 semanas,e então a casa de um dos amigos do Sthill foi assaltada,e por conheçidencia foi ao lado da casa de Claire,ela estava no jardim lendo um livro,quando escutou o barulho,e logo chamou a policia. A noiticia se espalhou pelo bairro inteiro,todos ficaram supriendidos pela coragem de Claire,em chamar a policia na hora do tiroteio,e somente pela ligação dela,pegaram os bandidos e salvaram a familia do seu vizinho. Sthill a admirava,mais achava que todos iriam ficar zuando ele se ele fosse falar com ela.
E então se passaram 2 anos,era o ultimo ano de escola para Sthill e Claire,Sthill tinha acabado de completar 20 anos,e Claire 19. Ela continuava aquela moça recatada,quieta e estudiosa. Sthill,era um garoto mal,popular e o "gostosão" da escola. Já estava na metade do ano,e estavam armando os preparativos do baile a fantasia. Então Sthill,resolveu tomar coragem e convidar Claire para o baile,mais não pessoalmente é claro,porque tinha muitas pessoas que não poderia saber disso. Como o baile era a fantásia,Sthill escreveu assim no cartão :"Olá Claire,aqui é o seu admirador decreto. Gostaria que você fosse ao baile comigo,se aceitar cole um coração no seu armário,se não aceitar ignore esse cartão. Se caso aceitar,passerei as 7 na sua casa." Claire ficou muito feliz,e claro que ela iria,pois ela era timída e nunca ninguem a chamou para ir ao baile,ela sem alternativas,aceitou. Colocou um coração gigante no seu armário. Sthill,passando pelo corredor do colégio,ao ver o coração se alegrou.
E então,chegou o grande dia do baile,Claire estava linda. Ela vestia um vestido rosa bebê,com gliters,ele era longo e chama muito a atenção,a mascára que ela estava,era a mais bonita que alguem poderia usar. Seus cabelos estavam sedosos,com cachinhos bem definidos,prendido de um modo muito especial. Ela estava totalmente encantadora. Então,quando deu 7 horas,Claire estava no portão junto com sua mãe. Ela viu um carro chegando,então sua mãe deu um beijo e a desejou boa sorte. Claire entrou no carro e disse...
- Olá,posso saber quem é você?
- Quando relógio bater a meia noite você irá descobrir...
Claire,se calou,mais sabia que já havia escutado aquela voz,só que para ela seria impossivel ser ele. A mascará que ela e ele usava só aparecia os olhos e a boca,oque dificutava cada vez mais ela intentificar. Então,ele disse...
- Você está linda
Ela sorriu suavimente e disse...
- Obrigada. Você tambem.
Chegando ao baile,ele abriu a porta do carro para ela desçer,deu o braço para chegar até a pista de dança. E então ao som de uma música romantica que falava de amor...
- Esta gostando Claire?
- Sim estou,tambem estou anciosa para desvendar todo esse mistério..
E assim foi a noite toda,quando o relógio bateu meia noite...
- Está pronta?
- Mais do que nunca...
- Promete ficar comigo,até o fim da noite?
- E porque eu fugiria?
- Porque eu sou o cara que você menos desejaria nessa vida.
- Não pode ser tão mal assim.
- Você não sabe oque fala. Antes de eu tirar a máscara,gostaria de dizer que eu te amo,e o medo me deixou escondido por muito tempo...
Quando Sthill ia tirar a máscara,havia alguem anunciando que Claire,era a moça mais bonita da festa,e que ela iria ser coroada. Então pediu para que o casal subisse ao palco,Sthill com vergonha,subiu ao palco,Claire estava feliz. Então,pediram para eles tirassem a máscara. Quando Claire tirou a máscara,ninguem acreditou que era ela,e ficaram de boca aberta,era a vez de Sthill,ele pegou o microfone e disse ...
- Galera,na verdade,eu vim ao baile com ela porque eu queria que ela se sentisse feliz por um dia.. ( e ainda sorrindo ) Coitada dela gente,não debochem dela,ela é apenas uma nerds feliz. Eu fiz isso por pena
Então todos começaram a rir. E ele tirou a máscara..
Ela saiu do palco correndo,com muita vergonha e chorando muito.
Passou então 2 semanas,e Claire não ia para a escola. Sthill resolveu ir até a casa dela descobrir oque estava aconteçendo. A mãe dela,falou para ele que ela estava internada no hospital em estado grave. Que um garoto que ela amava desdo primeiro ano escolar a maguo e que de tanta ángustia havia algo cresçido dentro do peito dela,e esse algo se chamava Cancêr. Então,Sthill desesperado correu até o hospital atrás de Claire e quando chegou lá,ela estava nas ultimas...
- Claire,eu sei que você não pode me ver,é o Sthill,eu estou aqui,estou muito arrependido. Eu quero te dizer que eu te amo,e fiz tudo aquilo pensando somente em mim,eu nunca mais vou te magoar,me perdoa por favor?! Eu faço tudo oque você quiser...
Ela com muita dificudade disse...
- Sthill? Sabia que você viria,só queria te dizer que o amor que eu sinto por você,se transformou em cancêr e estou morrendo aos poucos por te amar tanto assim. E nunca iria achar que você é a pior pessoa do mundo.
Ele começou a chorar,ao ver ela naquele estado...
- Não dá mais tempo,é tarde demais. O seu amor,me matou...

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Annie.

Promete nunca me largar? – dizia sua pequena menina, com um sorriso no rosto, e de olhos fechados, cuja cor de seus olhos era indecifrável, única.
Juro. – afirmei com toda certeza, pois sabia que aquela pequena menina de cabelos longos pretos, e do sorriso mais cativante que já havia visto, era mulher de sua vida. Promete sempre me proteger, e me abraçar quando eu estiver triste? Promete também me amar, eternamente além do que aconteça daqui para frente? – perguntava com as mãos soando, mas não deixava de sorrir. Prometo. Te prometo amor eterno, minha pequena Annie. – meus olhos brilhavam, e eu a envolvia em meus braços, aquecendo-a do frio ardente. Eu.. te.. amo..- e assim foram suas ultimas palavras, antes da sua partida. Eu a prometi amor eterno, e não vai ser a morte que irá nos impedir de ser feliz. Pois sempre a noite, quando durmo, pego nossos álbuns de fotos, e lembro.. de cada sorrio, de cada abraço, e de cada momento. Nunca a beijei, pois sabia que isso seria viciante. E vê-la em uma maca de hospital, literalmente não foi fácil pra mim. Nunca pude sentir seus doces lábios, mas eu apenas me contentava com seus belos sorrisos. Isso sim, é a verdadeira prova de amor. O toque as vezes pode ser fundamental em um relacionamento, mas no nosso relacionamento, era tudo diferente, nunca havíamos sequer nos beijado, pois dizia ela, que essa seria nossa verdadeira prova de amor. E assim aceitei, não tinha dúvidas, que ela era a que me completava, e mesmo distante, eu a sinto perto, pois mantenho ela no meu coração, nas chamas do meu amor, no fogo da minha paixão. Soltei um pequeno suspiro, ao lembrar de sua última palavra, última frase, último adeus ‘’ eu te amo ‘’. Uma lágrima saiu sob meus olhos, e um sorrio abriu de minha boca. Um vento forte fez com que a porta do meu quarto batesse, e as folhas de papel no ar voassem. Uma bela imagem de uma mulher apareceu em minha frente. Ao tentar abraça-la não consegui, mas pude ouvi ela falar- Héctor, sou eu. Sua eterna Annie. Estarei com você sempre, como sempre estive em sua vida. Depois de tanto tempo, minha missão se concretizou, que foi vê-lo feliz, casando-se de novo. Pois o amor é isso, eu infelizmente tive que partir, mas lembra de quando pedi para nunca me deixar? E foi isso que você fez, me cultivou aí em um lugar quentinho dentro de você. No lugar mais importante que eu queria estar, no seu coração. E hoje é o dia de seu casamento, fico feliz por saber que você também está feliz – ela sorriu - Agora eu preciso ir, mas saiba.. estarei contigo onde for, meu amor! E assim ela se foi, nunca mais pude ouvi-la, ou nem vê-la. Mas sempre a senti. Levante-me da cama, e fui me arrumar, hoje casaria.. Depois de umas horas, fui pra igreja, não via a hora de poder ver minha mulher, vestida de noiva, e nossos dois filhos segurando nossas alianças. Quando dou por mim, a marcha seremonial estava se tocando, a porta se abriu, e lá estava ela.. Loira dos olhos claros, não com o sorriso de minha Annie, mas com seu olhar indecifrável. Peguei em sua mão, sorri, e por um momento seu sorriso pareceu-me familiar, senti um calafrio, e tive a certeza.. Ela estava ali comigo. Meus olhos foram se fechando, sua boca colando na minha, e assim foi.. Nos beijamos, e era como se fosse o primeiro beijo. Nossos lábios tinham um encaixe perfeito. Paramos de nos beijar, olhei-a por uns segundos, e vi ela. Minha Annie. Ela sorriu, chegou ao meu ouvido e disse: EU TE AMO Héctor. Nossos sorrisos encontraram-se, viramos para o padre, e ele apenas sorriu. O casamento acabou, carreguei-a no colo, e fomos para uma praia, lá tivemos nossa primeira noite de amor.. Sob a lua e o som do mar, nossos corpos se tocaram, e nossas bocas se calaram. Um silêncio reinou, e a paz tomou o lugar. Sabíamos, o amor que temos um pelo outro, se eternizou ali, não eram palavras nem nada, que poderia descrever aquela sensação, apenas deixamos nosso desejo falarem por si. Eu te amo pequena e grande mulher. – afirmei olhando-a nos olhos. E assim foi, por toda a noite.

sábado, 29 de janeiro de 2011

você e eu

Ela
: Eu tenho duas palavras para te dizer.
Ele: O que é?
Ela: Eu amo você.
Ele: Não é três?
Ela: Não. Porque "você" e "eu" conta como uma

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Você para mim é tudo, não importa o que dizem, o que fazem muito menos o que pensam, nada nunca mudará minha opinião á respeito de você, afinal só eu posso sentir o amor que sinto por você, e só eu posso sentir a felicidade em estar do seu lado. Confesso que se um dia nos separarmos, perderei completamente o chão, perderei completamente tudo, pois como já disse inúmeras vezes, você é o meu tudo. Você me faz acreditar nos meus sonhos, você me faz rir sem motivos, você me faz ver o lado colorido, alegre da vida, você me faz ver que a vida não são apenas lágrimas e decepções,e que sim,existem pessoas que podem transformar toda essa escuridão,em um perfeito paraíso. Você aceita minhas mudanças,aceita meu mal humor,aceita minhas loucuras,aceita meus momentos,você aceita tudo,sinto em você o que nunca senti com ninguem antes: o verdadeiro significado da amizade. E digo isso, pois sei quantas vezes você secou uma lágrima minha,e colocou no lugar dela um enorme sorriso. Quero que saiba,que não importa o que fazem, nem o que eu mesma faço ou digo,você sempre será a melhor,você sempre vai me fazer feliz apenas por existir,você sempre vai receber meu apoio nos momentos bons e nos momentos ruins,você sempre vai ter alguem do seu lado,que quer mais do que ninguem a sua felicidade. Eu te conheço mais que você mesma,sei quando esta triste e quando esta feliz,e sei que não sou muito boa para conselhos quando está triste, mas quero que saiba que eu vou sempre dar o máximo de mim para te deixar bem,não importa a gravidade do problema, eu vou sempre te defender,eu vou sempre te dar apoio,porque eu te amo, porque eu não sei viver sem você,porque se você está triste,eu tambem estou,porque se você está feliz eu estou mil vezes mais. Obrigada por ser uma pessoa tão perfeita para mim, obrigada Deus por ter colocado ao meu lado, um oposto tão igual, obrigada amiga por existir,eu te amo,minha melhor amiga. Confesso que acabo de sair da fase que mais senti medo na vida. Podem ameaçar me jogar no ultimo andar,podem me jogar em uma piscina de aranhas,que eu não vou sentir mais medo,do que o que senti a uns dias atrás. O medo é te perder, eu não consigo imaginareu sem você,eu não consigo sorrir,sem que a principal razão seja você. Eu te amo muito mais que ontém e menos que amanhã,eu te amo cada segundo mais. Você sabe como me fazer feliz, você sabe como tornar o pior dia da minha vida,o melhor,você sabe secar minhas lágrimas sem passar as mãos no meu rosto,você foi feita para mim. São só palavras, nada disso pode provar,porém só de sentir meu coração batendo feliz quando vejo que você,ou só de sentir a enorme felicidade quando estou falando com você, já provo para mim mesma: é real. Atrás de tudo que escrevo,atrás de tudo,existe um coração,e eu te garanto uma coisa:essa menina não vive sem você.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Eu te amo ...

Eu não quero que você nunca, por nenhum motivo,esqueça que eu te amo,ou duvide disso. Eu te amo tanto,velho, tanto, que chega até a doer às vezes. Eu te amo quando você fica se iludindo,dizendo que ama mais que eu. Eu te amo quando você me conforta no seu peito,pra eu dormir. Eu te amo quando você já me acorda dizendo que me ama. Eu te amo quando você se preocupa (sempre) comigo. Eu te amo quando você entra e vem falar comigo. Eu te amo quando passamos o dia juntos. Eu te amo quando você me chama de bebê e diz que eu sou a sua vida. Eu te amo quando você me protege. Eu te amo quando você cuida de mim,e deixa eu te cuidar também. Eu te amo quando você me provoca. Eu te amo quando estamos bem,e te amo absurdamente quando brigamos, apesar do meu orgulho não me deixar dizer ou demonstrar isso. Eu te amo por você existir,e me fazer a pessoa mais feliz do mundo. Te amo por tudo o que nós já passamos juntos,e pelo que vamos passar ainda. Te amo por tudo o que você já fez por mim,e pelo o que ainda vai fazer. Te amo por todas as vezes que rimos e choramos juntos.. Te amo de uma maneira que eu não consigo chegar nem perto de explicar ou descrever. Você é tudo o que eu tenho,é a minha vida e é exatamente por isso que eu te amo tanto.